Envelhecer não pode ser visto como sinônimo de perda, inutilidade ou invisibilidade, como aponta a professora Maria Garcia neste trecho do vídeo.
Envelhecer é um direito humano, e não um problema, aliás..é um privilégio. Isso implica reconhecer o idoso como sujeito de desejos, autonomia, afetos e voz, alguém que segue capaz de ensinar, criar, amar, trabalhar, sonhar e exercer protagonismo sobre a própria vida.
O tema “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira” proposto pelo #Enem2025 nos convida a refletir sobre políticas públicas, acessibilidade, saúde e combate ao etarismo, mas também sobre a dimensão emocional e subjetiva do envelhecer.
Nesse ponto, a psicanálise é um recurso de acolhimento e escuta para que pessoas idosas ressignifiquem histórias, elaborem perdas, fortaleçam vínculos, revisitem identidades e encontrem novos sentidos para viver a própria idade com liberdade e autenticidade. Afinal, envelhecer também é reinventar-se 🤍.